Obediência gera intimidade

“Abraão creu em Deus … e ele foi chamado amigo de Deus.” (Tg 2.23).

Deus escolheu Abrão para ser o precursor de seu povo, Israel. O início do relacionamento deles se dá com uma ordem nada fácil: deixar tudo e partir para uma nova e rica terra, onde deveria habitar. Como um pai zeloso, Deus demonstrou que estaria com ele.

Apesar da idade, setenta e cinco anos, Abrão não questionou a Deus, não contestou e não alegou canseira. Saiu para o desconhecido com fé inabalável no seu Deus. Em sua longa caminhada, chegou à terra prometida e depois passou pelo Egito, onde enriqueceu e aumentou seus rebanhos. 

A intimidade entre Abrão e o Senhor (veja o versículo em destaque) foi se desenvolvendo à medida que aquele homem era obediente. Deus, por sua vez, cumpriu sua promessa de dar-lhe uma terra muito boa e de ser pai de uma grande nação, que deveria ser exemplo para as outras.

Esta história nos ensina que intimidade, obediência e fé em Deus são fatores determinantes para agradar ao Senhor. E nós, como agimos quando Deus nos ordena uma caminhada pela fé? Ele espera que nosso relacionamento com ele seja íntimo e estejamos prontos a obedecer quando nos fala por meio da Palavra, do seu Espírito e dos outros cristãos.

Porém, tantas vezes somos egoístas! Queremos apenas receber algo e achamos complicado obedecer-lhe ou ter intimidade com ele. Não o adoramos e nem engrandecemos seu nome. Temos dificuldade em apreciar tudo o que Deus colocou à nossa disposição. Fazemos muitos pedidos para várias áreas de nossas vidas e nem sempre aguardamos com confiança o que ele fará em nosso favor.

Se seu relacionamento com Deus está assim, está na hora de mudar e ser cristão como ele deseja, não como é conveniente!

Fé em Deus, obediência a ele e intimidade com ele andam juntas, e cada uma faz as outras aumentarem.

Transcrito de: Presente Diário 2018.