Quem me levará a vitória? - parte 3

"Vivendo Pela Fé" - Série em Romanos
 Pr. Domingos M. Alves
14ª Mensagem - Rm 7.1-25
11/10/2015

Quem me levará a vitória?

(Conclusão)

Rm 7.1-25

 

Mensagem: A vitória no processo de santificação, fruto da união com Cristo, é conquistada pela graça de Deus, e não pela obediência a lei.

Esboço

Introdução

1. Recordando

“Viver pela fé significa crer na Palavra de Deus e lhe obedecer, independentemente de que como nos sentimos, do que vemos ou de quais possam ser as consequências” (Wiersbe).

 

No domingo, 27/09/15, refletimos na continuação da 14a. Mensagem, “Quem me levará a vitória?”, Rm 7.1-25

A justificação é pela fé, fruto da graça de Deus... E, a vitória no processo de santificação, também é pela fé, fruto da união com Cristo, e da graça de Deus, e não por méritos próprios e nem pela obediência da lei (legalismo).

Para compreendermos um pouco mais esta questão, vimos três exemplos:

1º exemplo - O fariseu, Lc 18.9-14

2º exemplo - O jovem rico, Lc 18.18-30

3º exemplo – O apóstolo Paulo, Fp 3.3-11.

Concluímos com dois desafios, para no Espírito Santo, desenvolver:

1. Gratidão a Deus, pois a nossa posição e relação com Ele são frutos da graça de Deus.

2. O viver segundo a vontade de Deus, como resultado da nossa posição e relação com Ele, por meio da fé em Jesus Cristo.

 

2. Hoje, 11/10/15, conclusão da 14ª. Mensagem, Rm 7

 

II. Vitória na luta contra o mal, 7.14-25.

1. Um grito de angústia, 7.24.

“... sou carnal, vendido à escravidão do pecado”, v. 14.

“... nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto”, v. 15.

“Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum...”, v. 18.

“Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço”, v. 19.

O cristão é carnal, i.e. “sarkinos”, ou seja “feito de carne”, “enraizado na carne”, “sujeito ao domínio da carne” (J.H. Thayer, Greek-English Lexicon of NT, pág. 569).

Paulo, embora nova criatura em Jesus Cristo, ele reconhece que ainda habita um corpo carnal, e por isso trava uma luta constante contra o pecado - uma luta entre a velha e a nova natureza... Em Rm 8 ele falará na luta entre carne e Espírito.

Paulo não persegue e nem tem prazer no pecado... Ele persegue o bem, tem prazer na lei de Deus, mas reconhece a incapacidade de por si só praticar o bem (o que agrada a Deus). É neste contexto, que surge o brado: “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?”, v. 25.

A Lei é boa, mas não transforma o indivíduo... A Lei é boa, mas o ser humano é incapaz de cumpri-la... O problema não é a Lei, mas nós somos - pecadores.

“Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?”, v. 25.

Desafio: termos uma profunda dor, diante da convicção da incapacidade de por nossos méritos e ou práticas religiosas vencermos a luta contra o mal, o pecado.

 

2. Uma explosão de alegria, 7.25.

 

Não ganhamos a batalha contra o mal, não somos santificados (transformados a semelhança do caráter de Jesus Cristo), como base no nosso esforço, nos nossos méritos.

“O legalista torna-se um fariseu, cujas ações exteriores são aceitáveis, mas cujas atitudes interiores são desprezíveis” (Wiersbe, C.B.Exp. NT 1, pág. 701).

A justificação é pela fé, fruto da graça de Deus... E, a vitória no processo de santificação, também é pela fé, fruto da união com Cristo, e da graça de Deus, e não por méritos próprios e nem pela obediência da lei (legalismo).

A vitória vem por meio de Jesus Cristo. Graças a Deus! Aleluia!

“Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor...”, 7.25.

“Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer”, Jo 15.5.

“... já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim”, Gl 2.20.

“... somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito”, 2 Co 3.18.

 

“... igulamente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo. Porque, na esperança, fomos salvos...”, 8.23b, 24a, 18; 5.2.

 

A vitória vem por meio de Jesus Cristo. Graças a Deus! Aleluia!

Desafio: termos a convição da vitória em Cristo, e desenvolvermos uma atitude de celebração a Deus, e de alegria no Espírito, pela vitória contra o mal.

 

 

Conclusão

“O legalista torna-se um fariseu, cujas ações exteriores são aceitáveis, mas cujas atitudes interiores são desprezíveis” (Wiersbe).

 

A justificação é pela fé, fruto da graça de Deus... E, a vitória no processo de santificação, também é pela fé, fruto da união com Cristo, e da graça de Deus, e não por méritos próprios e nem pela obediência da lei (legalismo).

 

 

No capítulo 8 nós veremos que é o relacionamento de submissão do crente ao Espírito Santo que garante a vitória na vida cristã, a despeito das provações que ela apresenta, e veremos que o plano de Deus é nos conduzir a glorificação em Cristo Jesus (C. O. Pinto, F&D N.T., pág. 229).

 

O agente da santificação é o Espírito Santo, Rm 8. Ele cria em nós um propósito de obediência e nos sustenta na prática da palavra de Deus, 7.12,22; 8.2-5.

 

Lembre-se:

A sua responsabilidade, debaixo da graça e capacitação divina, é de perseverante e confiantemente aplicar os princípios e as verdades divinas que tens ouvido (Fp. 2.12,13; 1 Tm. 4.7-9; Tg. 1.22-27). Ao meditar nestes estudos, faça a você mesmo estas perguntas:

• O que Deus quer transformar no meu modo de pensar e de agir?

• Como eu posso colocar isto em prática na minha vida?

• Qual o primeiro passo que darei nessa direção, para que haja real transformação em minha vida?

Conheça a verdade. Creia... Aproprie-se... Pratique... e experimentarás a vida completa que há em Jesus Cristo – Jo. 10.10.

 

 

Pr. Domingos M. Alves domingos.a@novaalianca.com

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Ribeirão Preto, SP, Brasil

Outubro de 2015