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Estudos Bíblicos

FILHOS, FONTE DE IRRITAÇÃO OU DE ALEGRIA

Ml. 4.4-6 "Lembrem-se da Lei do meu servo Moisés, dos decretos e das ordenanças que lhe dei em Horebe para todo o povo de Israel. “Vejam, eu enviarei a vocês o profeta Elias antes do grande e temível dia do SENHOR”. Ele fará com que corações dos pais se voltem para seus filhos, e os corações dos filhos para seus pais; do contrário, eu virei e castigarei a terra com maldição".

Data: 07/05/2008
Série: Vida a Dois
6 Mensagem
1 Parte/Capítulo

2 Tm 3.1-5 “Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se desses também”.

Mensagem: Deus tem como propósito, que sob o poder do Espírito Santo, o relacionamento entre pais e filhos, resulte na edificação e satisfação mútua.

Esboço:

Introdução



1. Recordando

Na quinta mensagem, “SEXUALIDADE HOJE”, 1 Coríntios 7.1-9, vimos que “ O relacionamento físico sexual quando regido pelos princípios bíblicos é exercido plenamente no contexto do casamento, com amor altruísta, compromisso, fidelidade, respeito e afeição, resultando na satisfação e realização mutua do casal, e na honra de Deus”.

2. Evidências de grave crise e desestruturação familia

“Josef Fritzl, um engenheiro elétrico de 73 anos, manteve a filha, Elisabeth Fritzl, durante 24 anos presa em cativeiro na cidade de Amstetten, na Áustria. Além do seqüestro, o homem confessou ter engravidado a vítima sem que a sua própria mulher e os vizinhos desconfiassem. Elisabeth teve sete filhos. Três deles foram "adotados" por Fritzl, outros três ficaram presos com a mãe, e um sétimo morreu pouco depois do parto.

O caso foi descoberto no dia 27 de abril, quando uma das filhas que estava presa adoeceu e teve de receber atendimento médico. Ao chegar ao hospital, Fritzl disse que tinha encontrado a garota inconsciente em frente a um edifício da cidade. A polícia, então, decidiu procurar a mãe da jovem para descobrir o que havia acontecido com a garota. Nesse momento veio à tona toda a verdade.

Elisabeth foi presa em 1984. Na época, o pai teria forçado a filha, então com 18 anos, a escrever uma carta dizendo que tinha fugido e que não a procurassem mais. No entanto, ela estava no porão da casa, onde foi violentada repetidas vezes, dando origem a sete gestações. Apesar de todas as crianças terem nascido no porão, Fritzl deixou três na porta de sua própria casa, como se a mãe os tivesse abandonado ali...” (Redação, site Terra, 30.04.2008).

Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida, no sábado, dia 29 de março, no jardim do prédio onde moram o pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá, na zona norte de São Paulo. A menina foi jogada da janela do 6º. Andar do edifício London, na grande São Paulo... Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h... Pai e madrasta deverão ser acusados de homicídio, sendo até o momento os principais suspeitos, como tem sido amplamente divulgado pelos meios de comunicação (nota: precisamos aguardar o fim de todo esse processo para sabermos se realmente eles são ou não culpados da morte de Isabella)...

Casos como o de Elizabeth e Isabella promovem comoção coletiva e levantam sérias questões sobre a desestrutura familiar, e os milhares de “Elizabeths” e “Isabellas” que são vítimas de violência doméstica, familiar...

2 Tm 3.1-5 “... Nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão ... desobedientes aos pais ... ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis ... sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores ... soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus...”.

Revista Exame de 23/04/08, numa reportagem sobre o atual perfil do consumidor brasileiro, constata que uma das tendências é a dos casais jovens não terem filhos. A média de filhos por mulher (taxa de fecundidade) em 1980 era de 4,06, hoje é de 2,23, e em 2050 será de 1,85. Segundo a reportagem, os casais decidem não ter filhos ou postergam a paternidade para aproveitar a vida sem preocupações com gastos...

Para muitos casais filhos são sinônimo de irritação, problema, preocupação, gastos econômicos, ausência de liberdade e privacidade... Talvez, esse seja um dos motivos que levam muitos casais, que conscientemente optam por não ter filhos, e adotam cachorros e gatos como filhos! Indo na contramão do propósito de Deus - “... Sejam férteis e multipliquem-se...” (Gn 1.28 – isto não anula a importância do planejamento familiar), não tendo a visão de que filhos são benção e “herança do Senhor” (Gn 1.28; Sl 127 e 128).

Se você não pode ter filhos biológicos, considere ter filhos adotivos (Jo 1.12 – Deus Pai nos adotou em Seu Filho – Jesus Cristo).

Mas o que está por aí, que faz parte do nosso mundo revela a verdade bíblica...

2 Tm 3.1-5 “Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos... sem amor pela família ... mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus”.

A verdadeira igreja, os verdadeiros discípulos de Cristo, que verdadeiramente exercitam a piedade – a busca da conformidade com Deus, “sem a visão apocalíptica do quanto pior melhor”, devem dar uma resposta para toda essa crise e desestruturação familiar, sendo voz e referencial de que “Deus tem como propósito, que sob o poder do Espírito Santo, o relacionamento entre pais e filhos, resulte na edificação e satisfação mútua”.

Conta-se sobre um menino que andava descalço, e ao ser picado por uma cobra disse: “Bem feito para o meu pai. Quem o mandou não me dar sapatos!”

A relação entre pais e filhos por vezes é compreendida como um conflito de gerações, como uma fonte de irritações etc. Danuza Leão disse que “as crianças são boas quando criadas na Suíça, e voltam para casa só depois de crescidas e bem educadas”. Ou seja, quando mais longe melhor...

Com certeza há pais bem resolvidos, e filhos bem resolvidos, assim como há pais problema, e filhos problema, e para ambos, pais e filhos, existem desafios para a construção de um relacionamento sadio e construtivo. Desafio este que é primeiramente dos pais, e aos poucos, à medida que vão crescendo, passa a ser também um desafio dos filhos.

I. Na relação, pais e filhos, podemos encontrar:



1. Busca sincera pela construção de um relacionamento sadio...

2. Frustração diante da falta de habilidade para a construção de um relacionamento sadio...

Relacionamento não é ciência exata (como em matemática, 2+ 2 = 4), mas é arte. E por vezes queremos nos relacionar bem, mas não sabemos como...

3. Agressões verbais e ou físicas...

Há pais grossos, mal educados, desafeiçoados etc., assim como há filhos com estas mesmas características...

4. Autodestruição como meio de atingir o outro...

Como no caso da criança picada pela cobra, onde para ela disse: “bem feito para o pai”... Ou seja, o pai seria atingido pelo sofrimento dela.

5. Indiferença e alienação...

Através de palavras, atitudes e ou falta de atitudes comunicam-se mensagens do tipo: “Eu não me preocupo com você”, “Faça o que você quiser, não estou nem aí”...

6. Atitudes para chamar a atenção do outro...

Por vezes mau comportamento, agressividade, drogas etc., se tornam meios de chamar atenção para si mesmo... São meios de “gritar”: “Eu existo, olhem para mim. Se importem comigo”...

7. Esfriamento das relações familiares / paternas.

Vejamos 3 verdades bíblicas que devemos colocar em prática no processo de construção de relacionamentos sadios entre pais e filhos.

II . Valorizar a palavra de Deus



Ml. 4.4-6 "Lembrem-se da Lei do meu servo Moisés, dos decretos e das ordenanças...”

Ao falarmos da relação entre pais e filhos, ou de qualquer outra área de relacionamentos, devemos lembrar o que diz a Bíblia - a palavra de Deus.

Na lei de Moisés,no 5º. Mandamento nós lemos: "Honra teu pai e tua mãe, a fim de que tenhas vida longa na terra que o SENHOR, o teu Deus, te dá” (Êxodo 20.12).

Vejamos outras passagens bíblicas que falam sobre a relação pais e filhos:

Sl. 127.3-5 Os filhos são herança do SENHOR, uma recompensa que ele dá. Como flechas nas mãos do guerreiro são os filhos nascidos na juventude. Como é feliz o homem que tem a sua aljava cheia deles! Não será humilhado quando enfrentar seus inimigos no tribunal.

Sl. 128.1-6 Como é feliz quem teme o SENHOR, quem anda em seus caminhos! Você comerá do fruto do seu trabalho, e será feliz e próspero. "Sua mulher será como videira frutífera em sua casa; seus filhos serão como brotos de oliveira ao redor da sua mesa." Assim será abençoado o homem que teme o SENHOR! Que o SENHOR o abençoe desde Sião, para que você veja a prosperidade de Jerusalém todos os dias da sua vida, e veja os filhos dos seus filhos. Haja paz em Israel!

Ef. 6.1-4 Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor, pois isso é justo. "Honra teu pai e tua mãe" - este é o primeiro mandamento com promessa para que tudo te corra bem e tenhas longa vida sobre a terra". "Pais, não irritem seus filhos; antes criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor".

Nas passagens que lemos nós encontramos:

a) Promessas divinas: tudo te corra bem e tenhas vida longa; felicidade; ser abençoado etc. Devemos confiar nas promessas divinas;

b) Princípios divinos: filhos - honrar, obedecer aos pais; pais – não irritar, criar na instrução e conselho do Senhor etc. Princípios que devem nortear o relacionamento entre pais e filhos, para uma vida de harmonia e satisfação mútua.

Na Bíblia nós não temos receitas, mas temos promessas que devem nos motivar, e princípios que devemos aplicar em nossa vida.

Devo me perguntar: Quais os valores, os princípios que têm norteados os meus relacionamentos?


III. Vivenciar a reconciliação no e a partir do lar



“Vejam, eu enviarei a vocês o profeta Elias antes do grande e temível dia do SENHOR”. “Ele fará com que corações dos pais se voltem para seus filhos, e os corações dos filhos para seus pais...”, Ml. 4

Ao examinarmos o Novo Testamento vemos que o profeta João Batista veio no “espírito e no poder de Elias” – Mt. 11.11-14; 17.10-13; Jo. 1.19-23; Lc. 1.13-17.

O ministério do profeta Elias foi o de chamar a nação apostata a voltar-se para Deus. Elias mudou a atitude dos seus contemporâneos, influenciou o destino da nação.

João Batista, assim como Elias, chamou o povo ao arrependimento, e preparou o povo para o governo de Deus.

Diz a palavra de Deus “... Ele fará com que corações dos pais se voltem para seus filhos, e os corações dos filhos para seus pais...”

Lc. 1.16, 17 “Fará retornar muitos dentre o povo de Israel ao Senhor, o seu Deus. E irá adiante do Senhor, no espírito e no poder de Elias, para fazer voltar o coração dos pais a seus filhos e os desobedientes à sabedoria dos justos, para deixar um povo preparado para o Senhor".

“Fazer voltar o coração” – refere-se a novas diretrizes ao seu pensamento e vida; julgamento sobre seus pontos de vista e comportamentos anteriores; pressupõe e inclui uma mudança completa sob influência do Espírito Santo.

Ef. 4.20-24, lemos que devemos nos despedir do velho homem, e nos revestirmos do novo homem, que vive em verdade, justiça e santidade. Logo depois Paulo afirma: não mintam, falem a verdade; irai-vos, mas não pequeis; não deis lugar ao diabo; não roubem, mas trabalhem e repartam com os necessitados; não falem palavras pobres, mas somente o que edifica, é necessário e transmite graça; não entristeçais o Espírito Santo; longe de vós toda amargura, ira, cólera etc.; sede bondosos, perdoai-vos assim como Deus em Cristo vos perdoou; andai em amor, sede imitadores de Deus, como filhos amados. Estas e outras exortações mostram os valores, o estilo de vida do novo homem em Cristo Jesus.

Voltar, converter o coração faz parte do ministério de reconciliação promovido por Deus; ministério de reconciliação no contexto da família – entre pais e filhos.

“Um dos primeiros resultados da conversão é o reavivamento do amor no seio da família” (Robertson).

A palavra de Deus, o Evangelho de Jesus Cristo, opera transformações nos relacionamentos:

O homem volta-se para Deus – o arrependimento dos pecados e a fé em Jesus Cristo – At. 20,21; a conversão requer mudança de senhores - At. 26.20; 1 Ts. 1.8-10. Por vezes o “eu” é o nosso maior ídolo e senhor, e ele deve morrer na cruz de Jesus Cristo. Em Cristo Jesus, os desobedientes se tornam obedientes, os tolos se tornam sábios.

Como na parábola do filho pródigo, Lc. 15.11-32, o filho mais novo depois de abandonar o lar, e experimentar as misérias do mundo, ele se arrepende. Volta para o lar, convicto de ter pecado contra o céu e o pai, e que não era mais digno de ser chamado de filho. Mas, é abraçado, beijado e perdoado pelo pai. Há reconciliação, restauração e celebração. Isto ilustra muito bem, o que acontece quando o homem pecador, se volta arrependido para Deus Pai.

Como novas criaturas em Cristo, pais e filhos se voltam um para o outro – uma volta ao lar; há reavivamento do amor no seio da família; os coração dos pais se convertem aos filhos, e coração dos filhos se convertem aos pais; há ausência de inimizades, as barreiras de separação são destruídas no amor de Deus.

IV. Ter o coração voltado um para o outro



Ml. 4.6; Lc. 1.16,17

1. Pais voltados para os filhos

* Procuram conhecer e compreender os filhos;

* Investem tempo com os filhos;

* Procuram agir como “profetas” (levam a palavra de Deus aos filhos) e “sacerdotes” (levam os filhos a Deus, em oração) do lar;

* Cercam os filhos de amor, respeito e disciplina – pais precisam estabelecer limites; ensinar os limites e levarem os filhos a compreenderem, apreciarem e viverem dentro dos limites, e sofrerem as conseqüências sempre que desobedecerem aos limites;

* Participam da vida dos filhos – você pode dizer o que quiser, mas será seu comportamento que vai mostrar o valor que seu filho tem para você. Pais que não participam da vida dos filhos, comunicam que os filhos não têm valor para eles.

* Conduzem os filhos para uma vida futura de interdependência, e liberdade responsável – criança deve ser tratada como criança; adolescente, como adolescente, e não como “aborrecente”. Adolescência é uma fase de importantes definições na vida dos filhos, e pais precisam compreender e saber lidar com esta fase; jovens devem assumir mais responsabilidades, e adultos serem plenamente responsáveis. Quando crianças, filhos são dependentes; quando adolescentes querem ser independentes, sem entanto saberem dirigir suas próprias vidas. E nesta fase, geralmente tendem a se afastar dos pais; Mas, a interdependência é o sinal de verdadeira maturidade.

Temos que olhar para as pessoas, para os nossos filhos com olhar para o futuro, não devemos olhar não só o que eles são agora, mas como poderão ser no futuro – isto é um fator motivador para os pais.

2. Filhos voltados para os pais

* Aprendem o amor fraternal;

* Enquanto dependentes dos pais, obedecem aos pais (filhos que têm 20 ou 30 anos, e ainda vivem com os pais, devem entender que enquanto morando com os pais, embora cresça a maturidade e responsabilidade, são os pais que estabelecem as regras do lar, os pais são a autoridade no lar...);

* Por toda vida cercam os pais de honra, respeito e amor – atenção filhos, há muitos pais que na sua velhice são abandonados pelos filhos. Filhos devem por toda a vida cercar seus pais de amor... Se há no seu coração, feridas, por ofensas cometidas pelos teus pais, isto pode explicar a atitude de afastamento dos pais. Explica, mas, não justifica, pois em Cristo deve haver perdão, e no Espírito Santo devemos buscar forças para amar, cuidar e respeitar mesmo os pais que nos ofenderam e ou nos decepcionaram;

* Procuram conhecer e compreender os pais – conversem com os seus pais, procure saber suas preocupações seus problemas etc. Sejam amigos dos seus pais;

* Participam da vida dos pais – qual foi à última vez que você investiu tempo com os seus pais?

Filhos, por vezes nós reclamamos dos nossos pais, exigimos atenção por parte deles etc., mas nos esquecemos de ter um coração voltado para eles... Saibamos que os pais não são perfeitos, assim como nós não somos, e que precisamos aprender a amá-los.

Conclusão

Pais e filhos, no Espírito, devem:

* Capitalizar nas potencialidades, não nas fraquezas.

Temos a tendência de focalizar nas fraquezas uns dos outros, em de vez de focarmos nas potencialidades;

* Saber como ajudar a melhorar as potencialidades um do outro.

Pais devem ajudar os filhos a cumprir suas responsabilidades, e a terem uma boa qualidade de vida, assim como os filhos devem ajudar os pais. Filhos precisam ajuda dos pais, mas os pais também precisam ajuda dos filhos. Uns podem aprender com os outros;

* Amar uns aos outros pelo que são, e não pela performance.

Aprender a amar os filhos, ou seus pais, de modo incondicional. Ame-os pelo que são, apesar de suas falhas, e não pelo que fazem ou deixam de fazer por nós.

Charles Swindoll contou que um dia perguntaram a Ruth Graham, sobre o relacionamento dela com o Pr. Billy Graham. Ruth respondeu: “Minha responsabilidade é amar o Billy. A responsabilidade de transformá-lo é de Deus”. Coloque no lugar de Billy, o seu pai, mãe, filho (a)... Nossa responsabilidade é amar o outro... Quem muda as pessoas é Deus!

* Orar um pelo outros.

Pais e filhos, ambos precisam da ajuda de Deus, para o desenvolvimento de uma vida de harmonia e satisfação mútua. Assumamos o compromisso de diariamente orarmos uns pelos outros, crendo não no poder da oração em si mesma, não no poder do Deus a quem oramos.

Questão para Grupos Pequenos:

1. Como entender os casos de Elizabeth e Isabella a luz de 2 Tm 3.1-5? De que maneira a Igreja de Jesus Cristo (todo aquele que verdadeiramente é discípulo de Cristo) pode fazer diferença e influenciar nossa sociedade com os valores do Reino de Deus?
2. Ml 4.4-6. Quais as maiores barreiras para que filhos e pais tenham seus corações voltados um para o outro? Como superar tais barreiras?
3. Pergunte-se, e compartilhe com o GP: O que Deus quer transformar no meu modo de pensar e agir? Como eu posso colocar isso em prática na minha vida? Qual o primeiro passo que darei nessa direção (para que haja real transformação em minha vida)?

Conheça... Creia... Aproprie-se... E, pratique a verdade divina para que experimentes a vida plena que há em Jesus Cristo (João 10.10).

07/05/2008

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