Estudos Bíblicos
Levando a sério a Salvação
Pedro, por causa das suas circunstâncias, estava preocupado em focalizar e sua atenção nos valores duradouros e queria assegurar que também os outros crentes levassem a sério (com entusiasmo, alegria...) a sua salvação. Esta é uma necessidade básica hoje.
Data:
28/11/2005
Série: 1 Pedro
4 Mensagem
1 Parte/Capítulo
I. A maldição da indolência (preguiça, passividade etc. Cf. Hb.6.9-11)
A. A indolência da incredulidade
Incredulidade, falta de fé e esperança, levam a imobilidade, a falta de ação...
B. A indolência do desinteresse
Nossa tendência é não nos envolvermos com aquilo que não temos interesse...
C. A indolência do desprezo
Nossa tendência é não nos envolvermos com aquilo que não valorizamos...
Nota: esta indolência pode ser no nível institucional ou individual
Pode ser o problema de um indivíduo ou de uma família; de um membro ou de uma igreja etc.
Minha motivação está relacionada com o que amo, desejo ser, e o que tenho a perder...
II. A eficácia da seriedade
A. A Seriedade e um senso de privilégio
1. A intensidade da busca dos profetas
a) Os limites da sua revelação – Simeão (Lc. 2:28-32)
Simeão sabia quem era Jesus, mas não tinha todo o conhecimento, toda a revelação com nós temos hoje por intermédio da Bíblia – Palavra de Deus. Hoje temos a revelação completa...
b) A incerteza da sua iluminação – João (Mt.11:3)
Quando estava preso, João Batista teve alguns momentos de dúvidas sobre a identidade de Jesus Cristo... Assim como Simeão, João não tinha o todo da revelação que nós temos hoje...
2. A ansiedade do interesse dos anjos – v.12
a) O escopo do seu conhecimento
Anjos foram mensageiros de Deus, em alguns momentos do Velho e do Novo Testamento. Mas, hoje eles não têm mais este ministério.
A proclamação do Evangelho, hoje, é tarefa da Igreja, dos discípulos de Jesus Cristo...
b) O limite da sua experiência
Os anjos não têm a experiência da salvação... Esta é uma experiência dos seres humanos...
3. O andamento do trabalho missionário
a) A chegada dos missionários
A Igreja começou em Jerusalém (Atos 2)... Se espalhou pelo mundo, e os primeiros missionários evangélicos chegaram ao Brasil há cerca de 150 anos...
Nós somos fruto desta expansão, e temos o privilégio e a responsabilidade de levarmos adiante a obra de Deus...
b) O interesse do apóstolo Paulo
No livro de Atos vemos Paulo, e as viagens missionários e todo o seu zelo pela proclamação do Evangelho de Jesus, edificação e expansão da Igreja...
B. A seriedade e o senso de autenticidade
1. A profecia inspirada pelo espírito
a) O entendimento do apóstolo Pedro dá inspiração – II Ped. 1:19-21
Nenhum profecia veio de particular interpretação, mas homens de Deus, falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo...
b) O uso da profecia por Pedro –
Atos 1:20 – "Está escrito no livro de Salmos..."
Atos 2:14-21 – "Foi predito pelo profeta Joel..."
Atos 2. 25-28; 34-35 – " Disse Davi..." ; "Davi... declarou...".
Pedro citou a Escrituras, revelando que tudo o que estava acontecendo era cumprimento do que os profetas haviam predito.
2. A pregação inspirada pelo Espírito Santo
a) As Escrituras inspiradas pelo Espírito Santo – II Tim. 3:16
Toda Escritura (Gênesis a Apocalipse) é procedente de Deus, e foi escrita sob a supervisão do Espírito Santo.
b) Pregadores inspirados pelo Espírito Santo – Atos 1:8
É o Espírito Santo que deu, e dá poder para sermos testemunhas de Jesus Cristo.
c) A resposta inspirada pelo Espírito Santo – Atos 10:44
"... O Espírito Santo desceu sobre todos os que ouviam a mensagem".
O Espírito ilumina a mente para compreensão das Escrituras, e conduz ao crer na palavra de Deus.
C. A seriedade e o senso de admiração
O que nos causa admiração... Uma flor? Uma obra de arte? O pôr do Sol? Etc.
1. A admiração da graça divina – v.10
Graça é favor imerecido... Devemos ficar maravilhados pelo que Deus fez por nós como fruto do Seu amor...
A compreensão de tal amor leva-nos a viver para Jesus.
2. A admiração dos sofrimentos de Cristo – v.11
a) Claramente profetizado – Marcos 14:27
Jesus predisse acerca dos seus sofrimentos e morte na cruz...
b) Pessoalmente testemunhado – Marcos 14:33
Pedro testemunhou o sofrimento de Jesus no Getsêmani, e todo o Seu sofrimento até a morte e morte de cruz.
c) Profundamente entendido – Jo 21:18
Quando mais "velho", Pedro entendeu todo o significado do sofrimento e morte de Cristo.
3. A admiração da glória prometida – v.11
a) A ressureição gloriosa – At.2:27
Jesus não foi abandonado, Seu corpo não viu corrupção... Ele ressurgiu dentre os mortos, segundo o poder do Pai...
Sua ressurreição "autenticou" Sua divindade, e "validou" Sua obra salvífica.
b) A ascenção gloriosa – At. 1:9-11
Ele subiu ao céus... Foi exaltado, depois de ter se humilhado...
c) O reino glorioso – At. 4:11
Jesus a "pedra rejeitada" se tornou a principal "pedra", o fundamento do Reino, da Igreja...
D. A seriedade e o senso do momento exato
"Kairós" – a oportunidade...
1. Nas eras antigas olharam para esta época – v.12
Vivemos algo que os "antigos" viram "de longe", "parcialmente"...
Eles viveram. Deixaram um legado de fé, de entusiasmo pelo Reino, sem terem visto a obra completa...
Nós temos o privilégio de conhecermos, pelas Escrituras, a obra completa da morte pelos pecados e ressurreição de Jesus...
2. As circunstâncias atuais demonstram situações sérias.
As circusntânciais parecem revelar uma igreja sem grande entusiasmo por Jesus, pelos valores do Reino.
III. O cuidado da nossa vida espiritual
A. O cuidado sobre a nossa posição espiritual
Sou ou não filho de Deus, pela fé em Jesus Cristo?
Ao crer que Jesus Cristo morreu pelos meus pecados, e ressuscitou, Deus me dá o poder de ser feito Seu filho...
Sem Cristo (como disse o Pr. Natanael Paulino), sou "filho do Diabo, cidadão do inferno"; com Cristo, sou "filho de Deus, cidadão dos céus" (medite na carta de 1 João).
B. O cuidado sobre a nossa condição espiritual
1 Pe. 1.13 "Portanto..."; se voê é filho de Deus cuide para viver como tal (v. 17).
C. O cuidado sobre nossa expressão espiritual
McLuhan "O meio é a mensagem"!
O que comunicamos através do nosso estilo de vida?
Que possamos comunicar "fé" ao invés de "incredulidade"; " entusiasmo" ao invés de "desinteresse"; "valorização do Reino de Deus" ao invés de "desprezo".
Comece e ou persevere em levar a sério, com alegria e entusiasmo, a salvação, com senso do privilégio em Cristo; senso da autenticidade da palavra de Deus; sendo da admiração (graça, sofrimentos e glória de Cristo); e, sendo de oportunidade (viva "hoje" plenamente a vida com Deus).
Próxima mensagem – "Sede Santos" I Pedro 1:13-16
Lembre-se:
A sua responsabilidade, debaixo da graça e capacitação divina, é a de perseverante e confiantemente aplicar os princípios e as verdades divinas que tens ouvido (Fp. 2.12,13; 1 Tm. 4.7-9; Tg. 1.22-27). Ao meditar nesta mensagem, pergunte-se:
• O que Deus quer transformar no meu modo de pensar e agir?
• Como eu posso colocar isto em prática na minha vida?
• Qual o primeiro passo que darei nessa direção (para que haja real transformação em minha vida)?
Conheça... Creia... Aproprie-se...E, pratique a verdade divina para que experimentes a vida plena que há em Jesus Cristo (Jo. 10.10).
28/11/2005
Voltar |
Topo